Futebol Ao Vivo
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Falcão se despede dos Mundiais com gol na final e título: 'Estou realizado'
O dia 18 de novembro de 2012 tornou-se uma data marcante para o futsal mundial. Não só por causa do título do Brasil na Copa do Mundo da Tailândia, mas pelo fato de a final deste domingo ter sido o último ato de Falcão na principal competição do planeta. Aos 35 anos, o craque da camisa 12 já havia anunciado que este seria o seu último Mundial. Campeão em 2008, no Rio de Janeiro, ele se depediu do torneio em grande estilo, marcando um dos gols da vitória do Brasil sobre a Espanha por 3 a 2 na prorrogação, em Bangcoc, e abocanhando mais um título.
O craque foi do inferno ao céu no Mundial da Tailândia. Depois de sentir uma lesão na panturrilha na primeira rodada, contra o Japão, o jogador chegou a achar que não teria mais condições de continuar na competição. Entretanto, após exame de ressonância magnética, a comissão técnica brasileira decidiu manter o camisa 12 no grupo, iniciando um tratamento intensivo com o craque. Deu no que deu e, nas oitavas de final, o ala já estava atuando na goleada sobre o Panamá. Ao todo, Falcão atuou por 37 minutos na Copa do Mundo de 2012.
Demonstrando companheirismo, Falcão admitiu não ter sido protagonista deste Mundial. Depois de elogiar o fixo Neto, destaque da final, ele fez questão de dividir o momento com o capitão da seleção Vinicius, seu colega no Orlândia, e que também esteve na equipe campeã em 2008.
do (globoesporte.com)
Com início arrasador, El Shaarawy já supera números de Ibra no Milan
O Campeonato Italiano sequer chegou em sua metade, mas já é o suficiente para mostrar que o Milan tem um atacante para lá de promissor em meio à sua irregular campanha. Aos 20 anos, Stephan El Shaarawy chegou aos 10 gols em 13 rodadas ao marcar duas vezes no empate com o Napoli, por 2 a 2, no último sábado. Os números impressionam tanto que são melhores até do que os do sueco Zlatan Ibrahimovic no mesmo período.
Vendido ao Paris Saint-Germain no último mercado de transferências, Ibrahimovic somou sete gols em seus primeiros 13 jogos na Série A em 2010/2011, temporada na qual veio do Barcelona. No ano seguinte, ele anotou oito gols - embora tenha engrenado no restante para encerrar a competição como artilheiro, com 28 gols.
Na atual edição, El Shaarawy também está no topo da lista, à frente de Edinson Cavani, do Napoli, Antonio Di Natale, do Udinese, e Erik Lamela, do Roma - os três com oito gols cada. Ele sabe, no entanto, que os esforços individuais não são apenas o que o time rossonero precisa para reagir.
- O presidente Berlusconi tem estado bem próximo de nós, para dar a moral e força, e conseguirmos que os resultados voltem. Estamos todos no mesmo barco. Sozinho eu não teria feito nada. Quero agradecer especialmente ao Abbiati, que em muitos momentos nos salvou - disse o jogador após o empate com o Napoli.
do (globoesporte.com)
Década perdida: entre duas quedas, Verdão repete erros e perde terreno
Uma década perdida. Entre 2002 e 2012, o torcedor do Palmeiras sofreu com administrações ruins e alguns poucos bons times que não deram frutos dentro de campo, comemorou apenas três títulos e termina o período chorando o segundo rebaixamento da história do clube.
Nestes dez anos, pouco se aprendeu, muito se errou – principalmente naquilo que era responsabilidade da diretoria. Nem o título da Copa do Brasil apaga o período de estagnação pelo qual vive o Verdão. Enquanto isso, os rivais ficam cada vez mais fortes.
No placar de títulos, o clube mais vitorioso do século passado perde para Corinthians, Santos e São Paulo. Apenas duas conquistas relevantes: o Campeonato Paulista em 2008 e a Copa do Brasil nesta temporada, título que o Palmeiras nem teve tempo de comemorar. A Série B de 2003 também é uma conquista, mas que o torcedor alviverde gostaria de esquecer. Agora, porém, o time vai buscar o bicampeonato para se reerguer mais uma vez.
Dois números ajudam a entender a década de escassez palmeirense: dois títulos de elite e 21 trocas de técnico em dez temporadas mostram que a direção nunca teve tanta convicção em relação a um nome que poderia levar o clube de volta às glórias. Quando manteve Luiz Felipe Scolari por dois anos, o resultado veio com a Copa do Brasil. Mas foi pouco para um técnico campeão do mundo com a seleção brasileira.
Em 2002, a sensação era de que a degola serviria para arrumar a casa, talvez até acabar com a hegemonia do ex-presidente Mustafá Contursi no poder. Ledo engano. Com a desculpa de “consertar o que havia feito”, Mustafá continuou no comando por mais dois anos, viu uma safra de garotos levantar o time na Série B, mas logo se desfez da turma e fez o Palmeiras sofrer com jogadores que, em outros momentos, jamais vestiriam a camisa alviverde.
Desde aquela safra de Vagner Love, Diego Souza e Edmílson, o Palmeiras praticamente não revelou jovens valores. A esperança surge com João Denoni, Patrick Vieira, Bruno Dybal, entre outros. É a esperança de dias melhores, de um clube autossustentável e que utiliza bem os diamantes produzidos em casa. Antes de se consolidar, muita coisa precisa mudar. Em dez anos, diferentes erros fizeram o clube parar no tempo.
Garotos surgem, mas vão embora
Em 2003, ano seguinte ao rebaixamento, o Verdão viveu vexames no Paulista, eliminado com facilidade pelo Corinthians, e na Copa do Brasil, quando sofreu goleada por 7 a 2 para o Vitória, dentro do Palestra Itália. A solução do técnico Jair Picerni foi caseira: a base foi responsável por boa parte do time da Série B. Marcos no gol, Alceu no meio-campo, Diego Souza, Love e Edmílson no ataque.
A base fez o Palmeiras subir com sobras, mas em 2004 o time foi desfeito. Vagner Love, principal nome, foi vendido ao CSKA, da Rússia, com a justificativa de que o clube precisava de recursos para montar um time forte, algo que não ocorreu. Ao menos, Mustafá deixou o comando com o clube na divisão de elite, e com uma vaga na Taça Libertadores do ano seguinte.
– Eu caí com o time, mas depois o coloquei de volta no seu lugar. Fico muito triste pelo que ocorreu desde então. Hoje, o clube se tornou uma bagunça administrativa – reclamou Mustafá Contursi.
No início de 2005, Affonso Della Monica assumiu a presidência, mas Mustafá nunca deixou de ter influência nos bastidores alviverdes. O atual mandatário, Arnaldo Tirone, só foi eleito graças ao apoio dele.
O embrião da nova casa
Dentro de campo, o Palmeiras sofreu com eliminações na Libertadores e na Copa do Brasil entre 2005 e 2007. Jogadores de nível duvidoso reforçaram o time nesse período, sob a justificativa de reduzir os gastos. As dívidas, no entanto, só aumentaram: hoje, passam dos R$ 240 milhões.
Por causa disso, Della Monica fechou parceria com a Traffic, empresa de marketing esportivo, para a temporada 2008. O casamento levou jogadores mais conceituados ao Palmeiras. Na época, o pacote de reforços teve nomes como Diego Souza e Henrique, que faz parte do elenco atual. Um ano depois, também chegariam Cleiton Xavier e Keirrison.
A parceria só deu um título ao Palmeiras, o Paulista de 2008. Começou a estremecer quando o técnico Vanderlei Luxemburgo implicou com a Traffic, que fez dinheiro com as vendas dos jogadores, mas rendeu muito pouco ao clube. Luxa acabou demitido, é verdade, mas a relação não seria mais a mesma até a separação total entre as partes, já no fim de 2010. Gilberto Cipullo, homem forte do futebol na época, sustenta que a Traffic era a única alternativa para o Verdão no momento.
– Sem a Traffic, não teríamos conseguido reforços daquele nível. Temos de admitir que nossa situação financeira era caótica, por isso precisávamos de uma solução. Conquistamos um título e uma vaga na Libertadores, então não pode ter sido tão ruim assim como falam – disse o ex-dirigente e ainda conselheiro do clube.
Ao menos, a administração de Della Monica deixou um legado: a aprovação do projeto da nova Arena Palestra, que só sairia do papel em 2010.
do (globoesporte.com)
domingo, 11 de novembro de 2012
Flamengo : Flamengo reúne dezenas de atletas para homenagem na calçada da fama
Foi uma manhã de encontro entre alguns dos principais personagens da história rubro-negra. Neste sábado, na inauguração da segunda etapa de sua calçada da fama, na Gávea, o Flamengo prestou homenagem a 329 atletas de esportes olímpicos e outros 250 do futebol. Eles terão seus nomes eternizados no espaço que fica na entrada principal do clube, junto ao museu.
Estiveram presentes nomes como o nadador Cesar Cielo e os ginastas Diego e Daniele Hypolito. Ex-jogadores de futebol também foram atração - casos de Bebeto, Petkovic e Adílio.
- Isso aqui é a minha casa, a minha vida. Sou Flamengo, sempre fui Flamengo, todo mundo sabe disso e chego a ficar arrepiado de falar. É um prazer e um orgulho muito grande fazer parte deste momento - disse Bebeto, campeão brasileiro de 1987 pelo clube.
Fernandinho, goleiro do clube na década de 20, não ligou para os 99 anos de vida que carrega no corpo. Foi à festa acompanhado de familiares.
- Chegar aos 99 anos e ser lembrado pelo clube que você tanto ama é uma emoção sem tamanho. Nunca pensei que chegaria a esta idade e me sentiria tão honrado e prestigiado. Estou muito feliz - afirmou ele.
Todos os atletas presentes se reuniram para foto ao final do evento. A nova calçada da fama é uma realização do museu do Flamengo em parceria com o Instituto Atleta Rubro-Negro, que fez o resgate da memória olímpica do clube.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Com Messi de garçom, Barça volta a ser Barça e bate Benfica sem sustos.
Depois de uma sequência de vitórias apertadas e suadas
contra Spartak Moscou, Granada e Sevilla, o Barcelona voltou a triunfar com um
pouco mais de tranquilidade. Mesmo fora de casa, o clube catalão passou sem sustos
pelo Benfica, por 2 a 0, nesta terça-feira, pela segunda rodada do Grupo G da Liga
dos Campeões. Os gols foram anotados por Sánchez e Fábregas, ambos após
assistências primorosas de Messi.
No entanto, apesar da ótima atuação, nem tudo foi festa para
os culés. Aos 30 do segundo tempo, Puyol caiu de mau jeito e acabou sofrendo
uma lesão no cotovelo esquerdo.
Com o resultado, o Barça segue com 100% de aproveitamento e
na liderança da chave. Além disso, ganha ânimo para o clássico contra o Real
Madrid, domingo, pelo Campeonato Espanhol (torneio que também está no topo com
seis vitórias em seis jogos).
Sánchez quase amplia
Diante de um Benfica aberto por estar em busca do empate, o
Barcelona, que já tinha mais posse de bola (os culés terminaram a primeira
etapa com 69%), encontrava muitos espaços na defesa portuguesa. Sánchez, por
duas vezes, quase ampliou, mas não caprichou em ambas.
Na volta para o segundo tempo, os culés voltaram como na
primeira etapa, com total domínio e criado ótimas oportunidades. Na primeira
dela, Fábregas tirou tinta da trave do arqueiro Artur logo aos 50 segundos.
Mas, aos 11, não teve jeito, após bela troca de passes,
Messi voltou a dar uma de garçom e colocou Fábregas na cara do gol para
aumentar: 2 a 0.
A boa vantagem não diminuiu o ímpeto do time do técnico Tito
Vilanova que, ao contrário de outros compromissos na temporada, lembrou, e
muito, o Barça dos tempos de Guardiola. Posse de bola, trocas de passe precisas
e belas jogadas de Messi, Xavi e companhia.
do( globoesporte.com)
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Flamengo 2x1 Atlético-MG
Flamengo vence o Atlético-MG por 2x1, com 2 gols de Volleyo, um de Vagner Love e Outro de Liedson,
Quando o Fla vez o Gol com Vagner Love, No segundo tempo O Atlético ainda fez um gol com Jô que empatou o jogo 1x1. E alguns Minutos depois com Cruzamento de Wellington Silva, Liedson se joga e vez um golaço de volleyo , para o Fla botar 2x1, e acabou assim.
Love x Fred: gols, coração e danças marcam duelo de artilheiros no Fla-Flu
De um lado, Fred,
autor de 12 gols no Brasileirão; do outro, Vagner Love, que já balançou as
redes 11 vezes na competição. Flamengo e Fluminense fazem domingo, no Engenhão,
o clássico dos artilheiros. Com a camisa tricolor, o atacante teve o gostinho
de marcar pela primeira vez contra o Rubro-Negro na vitória por 1 a 0 no
primeiro turno, centenário do Fla-Flu. O Artilheiro do Amor passou em branco
nos três duelos contra o time de Abel Braga este ano.
Love fez gols em metade das partidas que disputou contra
rivais cariocas. No total, foram 14 jogos, com seis vitórias, dois empates e
seis derrotas. O Vasco é a vítima preferida, com cinco gols. Fluminense e
Botafogo sofreram um cada.
Em 2010, Love disputou sete clássicos e fez quatro gols. Na
atual temporada, foram três em sete jogos, todos sobre o Vasco. Contra o
Fluminense, ele passou em branco nas duas partidas realizadas no Carioca, e uma
pelo Brasileirão.
Diante do Atlético-MG, na última quarta-feira, o Artilheiro
do Amor quebrou uma sequência de cinco jogos sem marcar ao fazer o primeiro gol
da vitória por 2 a 1. Na comemoração, como de praxe, Vagner Love fez um coração
com as mãos, sua marca registrada para fazer jus ao apelido e também em
homenagem à noiva Lucilene.
- Clássico tem um negócio legal, a provocação das torcidas,
dos amigos – disse Love, em recente entrevista.
Agonia e alívio de Fred diante do Fla
Já Fred, em suas próprias palavras, confessou que vivia um
drama até o último Fla-Flu. Com mais de três anos de Laranjeiras, o camisa 9
ainda não tinha marcado gol no Flamengo. Quis o destino que saísse logo em um
jogo especial, marcado pelo centenário do clássico, no primeiro turno. Desde
então, o artilheiro seguiu estufando as redes.
A cada tento, uma nova comemoração. Assim como o amigo e
concorrente Vagner Love, o capitão tricolor gosta de mandar corações para a
torcida na hora de festejar. Mas a dancinha ganhou sua preferência. A última,
contra o Náutico, foi em homenagem a um amigo, que segundo Fred é o mais novo
DJ do pedaço.
No ano passado, até ritmos como o forró e a lambada
embalaram as comemorações do artilheiro. Se em 2011 ele bateu na trave ao
marcar 22 gols e ficar na vice-artilharia do Brasileirão atrás de Borges, então
atacante do Santos, agora não quer deixar a chance escapar novamente.
Em 17 jogos, Fred fez 12 gols e tem média de 0,7. Sua
especialidade na hora de marcar é o pé direito, mas também usou a canhota, a
cabeça e ainda converteu os três pênaltis que teve para bater. Suficiente, pelo
menos por enquanto, para superar aquele que em sua opinião é um dos melhores
atacantes do Brasil.
- O Love para mim é um dos melhores do país. Ele bate bem
com a direita, com a esquerda, arrasta o zagueiro, dribla... É complicado parar
- resumiu o atacante recentemente em entrevista à TV Globo.
Fred disse que as provocações pré-clássico são feitas
internamente.
- Prefiro mandar uma mensagem pelo celular, falar que meu
zagueiro vai dar porrada, não vai deixar ele fazer gol... (risos). A
brincadeira é feita entre a gente mesmo.
Do (globoesporte.com)
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