Futebol Ao Vivo

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Seleção Brasileira vence Argentina por 2x1.




Um gol de pênalti nos acréscimos do segundo tempo, marcado por Neymar, garantiu ao Brasil uma vitória apertada por 2 x 1 sobre a Argentina, nesta quarta-feira, num amistoso em que a seleção sofreu para furar a defesa argentina e em que a torcida que lotou o estádio Serra Dourada, em Goiânia, pediu a volta de Luiz Felipe Scolari para substituir o técnico Mano Menezes.
O pênalti cometido por Leandro Desabato em Leandro Damião, aos 47 minutos da etapa final, transformou os protestos da torcida contra Mano em euforia no final da partida, mas quando o jogo se encaminhava para o empate, a torcida vaiou o técnico e repetiu pedidos por Felipão, mostrando insatisfação com Mano pela fraca atuação da equipe.

"Acho que não pode vaiar durante a partida, tem que esperar a partida terminar. Ninguém gosta de ser vaiado, ninguém gosta de levar críticas, por isso que a gente sempre dá o nosso melhor dentro de campo", disse após a partida o atacante Neymar a repórteres.
A Argentina, que passou a maior parte do jogo fechada no campo de defesa, abriu o marcador aos 20 minutos em sua primeira finalização ao gol brasileiro. Juan Manuel Martínez iniciou a jogada, fez uma tabela com o lateral Clemente Rodríguez, e chutou forte no alto do gol, sem chances de defesa para o goleiro Jefferson.

O Brasil respondeu seis minutos depois, com Paulinho completando para as redes após cobrança de falta de Neymar para a área. Imagens de televisão mostraram que o brasileiro estava impedido quando marcou o gol.
Essa foi a quinta partida do Brasil contra a Argentina sob comando de Mano Menezes, com duas vitórias, e, apesar do gol marcado no fim, o jogo serviu para aumentar a pressão sobre o treinador.
NADA A RECLAMAR.

Quando tirou o meia do São Paulo Lucas, que estava jogando bem, para a entrada de Wellington Nem, Mano ouviu da arquibancada vaias, gritos de "burro" e de "adeus", além dos pedidos dos torcedores de "volta Felipão", em referência ao técnico que levou o Brasil ao pentacampeonato mundial em 2002.

"Não tenho absolutamente nada para falar ao torcedor, aconteceu especificamente num momento quando eu tirei o Lucas. O torcedor tem as suas preferências, mas a minha função é tentar fazer a seleção melhorar, e penso que ela melhorou e com isso conseguimos a vitória no final", disse Mano em entrevista coletiva após a partida, sobre as críticas dos torcedores.
"Não tenho absolutamente nada a reclamar da postura do torcedor, muito pelo contrário."

Felipão deixou o Palmeiras este mês, em consequência de uma péssima campanha no Campeonato Brasileiro, em que o time corre sério risco de rebaixamento, apenas dois meses após conquistar o título da Copa do Brasil.
Mano, que tem sofrido uma pressão crescente após a derrota na final dos Jogos Olímpicos para o México, disse que não se sentia mais ameaçado pelo fato de Scolari estar atualmente sem emprego.

O atacante Luis Fabiano, de volta à seleção pela primeira vez desde a fracassada campanha na Copa do Mundo de 2010 e que tem a expectativa de retornar ao time para o Mundial de 2014, teve atuação apagada e foi substituído aos 23 minutos do segundo tempo por Leandro Damião.
Enquanto a Argentina praticamente não contou com jogadores de seu time principal que disputa as eliminatórias para a Copa de 2014, já que a maioria deles atua na Europa, o Brasil teve em campo nomes como a dupla de frente Neymar e Lucas, que são titulares da seleção brasileira principal, assim como Damião.

O Brasil, que com o time principal venceu a África do Sul (1x0) e a China (8x0) em amistosos disputados em casa este mês, encontrou estádio lotado e teve o apoio do público durante quase todo o jogo em Goiânia, onde fará a sua preparação para a Copa das Confederações que será disputada em 2013 no Brasil.

Quando enfrentou os sul-africanos em São Paulo, o time e o técnico Mano Menezes foram bastante vaiados. Já na goleada contra a fraca equipe da China, no Recife, o time teve o incentivo das arquibancadas, que no entanto tinham diversos espaços desocupados.

Brasil e Argentina, que voltam a se enfrentar em 3 de outubro na Argentina, também disputaram os dois amistosos do duelo chamado Superclássico das Américas em 2011, com vitória brasileira por 2 x 0, conquistada no jogo realizado em Belém, após empate sem gols em Córdoba (Argentina).


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Em jogaço de bola, Real Madrid vira sobre o City e dá um tempo na crise.


Ingleses ficam na frente por duas vezes, mas permitem vitória merengue em
fim emocionante no Bernabéu. Marcelo e Cristiano Ronaldo são destaques


Pode parecer clichê, mas os Deuses do Futebol não deixaram o Real Madrid sair do Santiago Bernabeu sem vitória. Se todo o ambiente pré-jogo conspirava por uma crise, em campo os merengues deram um show de bola e derrotaram o Manchester City por 3 a 2, de virada, nesta terça-feira, abrindo o Grupo D da Liga dos Campeões de forma emocionante. O lateral Marcelo, com um belo gol, e Cristiano Ronaldo, que definiu o triunfo para delírio de José Mourinho, foram os destaques. Benzema ainda completou para os donos da casa, enquanto Dzeco e Kolarov descontaram para os visitantes.

Por muito pouco os Citizens não saíram de campo felizes e ampliaram um princípio de crise merengue. Duas vezes na frente do placar, a equipe comandada por Roberto Mancini não jogou bem e sofreu um massacre em número de oportunidades criadas. Mas vencia até os 40 minutos da etapa final, quando permitiu a virada de um Real, sem dúvidas, mais confiante do que o visto até então no Espanhol.


do (globoesporte.com)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Paris Saint-Germain


Paris tem a ambição de brilhar novamente no cenário europeu.
A trajetória em busca da conquista começa hoje.


sábado, 1 de setembro de 2012

Afinal deu REAL !!!


Depois de ter perdido no primeiro jogo, no segundo jogo, Real Madrid venceu o Barça por, 2x1 e levou o titulo da Supercopa da Espanha, com gols de Higuaín que abriu o placar, depois Cristiano Ronaldo ampliou para 2x0, ainda no primeiro tempo. No final do segundo tempo, Lionel Messi fez um golaço de falta e o jogo ficou assim !!!  REAL 2x1 BARÇA....


Falcao atropela o Chelsea e dá o título da Supercopa ao Atlético


Três gols do colombiano garantem novo troféu europeu para os espanhóis. Miranda completa goleada contra o possível rival do Corinthians no Mundial.


GARCÍA FOI O HERÓI DO JOGO. MARCANDO 3 GOLS
E DEU O TITULO AO ATLÉTICO.  
O torcedor do Corinthians que resolveu tirar a tarde para acompanhar o possível rival na decisão do Mundial de Clubes não se arrependeu. O mesmo vale - ou valerá - para o técnico Tite e jogadores. Inspirado, o Atlético de Madri expôs as fraquezas do favorito Chelsea e goleou o rival por 4 a 1 nesta sexta-feira, conquistando a Supercopa da Europa. No Estádio Louis II, em Mônaco, foi Radamel Falcão García  quem deu um show à parte, com três belos gols no primeiro tempo. O zagueiro brasileiro Miranda, ex-São Paulo, aumentou a contagem na etapa final, enquanto Gary Cahill descontou para os ingleses.
Desta forma, o Atlético levanta o seu segundo título de Supercopa, já que em 2010 havia superado o Internazionale de Milão, por 2 a 0, no mesmo estádio. Em ambas as oportunidades a equipe espanhola chegou como franco-atiradora, por ter vencido a Liga Europa e não a Liga dos Campeões, competição de maior prestígio no continente. Além de superarem Barcelona e Bayern de Munique na caminhada em 2011/2012, os Blues também apostavam no ótimo início de temporada, com três vitórias em três jogos no Campeonato Inglês e atuações empolgantes do belga Eden Hazard, contratado durante o mercado de transferências por 32 milhões de libras (cerca de R$ 100 milhões).

do (globoesporte.com)

sábado, 25 de agosto de 2012

No Duelo, deu Barça.... Barcelona 3x2 Real Madrid


CR7 pede calma, Messi agita o Camp Nou, e Barça sai na frente contra Real.

Luso volta a marcar e provocar torcida culé. Argentino, por sua vez, marca o da virada em vitória por 3 a 2 e se torna terceiro maior goleador do clássico.


Gol de Messi !!
Cristiano Ronaldo voltou a marcar, voltou a pedir silêncio, mas o Camp Nou é mesmo lugar de barulho. Após 50 minutos de uma partida monótona na Catalunha, o gol de cabeça do luso foi o ponto de partida para um confronto empolgante, que terminou com vitória do Barcelona sobre o Real Madrid, nesta quinta-feira, por 3 a 2, na primeira decisão da Supercopa da Espanha. Na comemoração, CR7 repetiu o gesto de “calma” para os arquirrivais, mas Pedro,Messi e Xavi responderam com muito vigor e deixaram os culés em vantagem na disputa do primeiro título da temporada 2012/2013. Dí Maria descontou no fim em grave vacilo de Valdés, que se enrolou ao dominar a bola.

Com a vitória, o Barça pode empatar na próxima quarta-feira, no Santiago Bernabeu, para levantar o primeiro troféu sob o comando de Tito Vilanova. Os merengues levam o título com vitória simples até 3 a 2, placar que leva a decisão para os pênaltis. Convocados por Mano Menezes para os amistosos da seleção brasileira contra África do Sul e China, Adriano e Daniel Alves foram os representantes brasileiros durante todos os 90 minutos. Já do lado do Real, Marcelo - outro na lista - entrou no fim, enquanto Kaká sequer foi relacionado.

Messi e Cristiano alcançam marcas importantes no Superclássico 
Principais candidatos ao posto de melhor do mundo no fim do ano, Messi e Cristiano Ronaldo não estiveram perto do brilhantismo que lhes é habitual, mas ainda assim assumiram o protagonismo da partida e alcançaram marcas expressivas. Com o gol marcado de pênalti, o argentino chegou aos 14 em duelos contra o Real e se tornou o terceiro maior artilheiro da história do clássico. Ao seu lado, estão César, ex-Barça, e os merengues Gento e Puskas. Acima deles está outra dupla de Madrid: Di Stéfano lidera tabela, com 18, seguido por Raúl González, 15.
CR7 jogou pouco mais deixou o seu
Já os números de CR7 contra o maior rival são bem mais modestos. Com a cabeçada certeira desta quinta, ele chegou apenas ao sétimo gol diante do Barça. A estatística, por outro lado, passa a jogar a favor se for levado em conta que é o quarto jogo consecutivo em que deixa sua marca, além de ser o quarto em sequência também no Camp Nou, fato inédito na história do Real.
Apesar das marcas e dos últimos 35 minutos empolgantes, o duelo desta quinta teve mais cara de festa do que uma disputa entre rivais ferrenhos. Na arquibancada, muitos turistas que curtem o verão europeu aproveitaram e facilidade para compra de ingressos e deram o tom descontraído ao encontro. Tanto que a direção do Barça evitou até mesmo demarcar área especial para os visitantes, com (poucos) merengues e (muitos) culés misturados nas arquibancadas. Já antes do apito inicial também teve comemoração, com homenagem aos atletas catalães medalhistas olímpicos.
Gol de Cristiano Ronaldo !!!

Messi é ponto fora da curva em primeiro tempo morno
Quem entrou em campo com um novato em clássicos no comando foi o Barcelona, com Tito Vilanova em evidência por substituir Guardiola um ano após protagonizar polêmica em que foi atingido no olho por José Mourinho. Foi o Real Madrid, no entanto, o time que careceu de força, organização e jogadas no primeiro tempo. Com o mesmo estilo “tiki-taka” de Pep, o Barça foi o melhor dos 45 minutos iniciais, mas os incríveis 72% de posse de bola não foram suficientes para abrir o placar. Na verdade, nem mesmo para dar muito trabalho a Casillas.
Aperto de Mãos de Mourinho e Tito
Com Callejón como surpresa na vaga de Di María, o Real Madrid começou a partida até dando sinais de que tentaria se impor no campo do rival. Marcando por pressão, conseguiu uma boa oportunidade em jogada ensaiada em cobrança de falta nos minutos iniciais que parou em impedimento de Khedira. A disposição inicial não passou de ilusão e antes mesmo dos dez minutos os merengues mergulharam em uma preguiça incrível até mesmo para escapulidas em contra-ataques.
O Barcelona, por sua vez, seguia o ritmo que o transformou em referência nos últimos anos: toques em velocidade, presença no campo de ataque e... bola para Messi. E foi justamente o argentino o único responsável por levantar o público - maioria de turistas no verão europeu - que lotou o Camp Nou. Precisando de um gol para se tornar o terceiro maior artilheiro da história do clássico, ele tirou tinta da trave direita de Casillas aos 18 após boa jogada de Daniel Alves. E assustou também dez minutos depois após tabelinha com Xavi. Em êxtase, as arquibancadas responderam: “Meeeeeeeessi! Meeeeeessi!”.
Khedira Vigiando Messi
Vaias contra CR7
Se Messi foi o ponto fora da curva em um primeiro tempo monótono e dominado pelo Barça, Cristiano Ronaldo se deixou levar pelo ritmo preguiçoso do Real. Escondido na ponta esquerda de ataque, o português se fez notar mais por ajudar o compatriota Fábio Coentrão a conter os bons avanços de Dani Alves do que por jogadas ofensivas. Visivelmente mais lento e parecendo cansar a cada pique mais longo, o luso foi bastante vaiado e reclamou bastante de passes errados dos companheiros e só participou de um bom lance ofensivo, ao se movimentar para direita e descolar bom passe para Benzema. Piqué fez o corte antes de a bola chegar ao francês.
CR7 foi Vaiado
Menos intenso que o Barcelona, o Real Madrid acabou também fazendo das faltas fortes um ponto marcante de sua atuação na etapa inicial. Se ao todo o time de Mourinho parou o jogo apenas duas vezes mais que o adversário (8 a 6), o vigor nas disputas causou reclamação os torcedores, que acharam pouco os amarelos apenas para Xabi Alonso e Arbeloa na descida para o intervalo.
Um outro jogo na etapa final
Na volta para o segundo tempo, o Real acordou. Na verdade, Cristiano Ronaldo acordou. E provavelmente por conta das tantas vaias ouvidas desde o primeiro toque na bola. Inoperante durante os 50 primeiros minutos do clássico, o português surgiu como um raio aos nove para se antecipar a Busquets e testar firme para o fundo das redes após cobrança de escanteio de Ozil: 1 a 0. Foi o sétimo gol do gajo contra o rival, quarto em partidas consecutivas e quarto também em visitas em sequência ao Camp Nou, fato inédito na história do Real Madrid.
Na comemoração, o gajo repetiu o gesto do 2 a 1 do segundo turno do Campeonato Espanhol passado e pediu calma aos mais de 80 mil presentes, que responderam com um silêncio fúnebre. Mas só por dois minutos. O Barça não teve nem tempo para sentir o golpe, já que, aos 11, Mascherano descolou lançamento precioso para Pedro, em posição duvidosa, nas costas de Fábio Coentrão. O atacante dominou com estilo, avançou e deslocou Casillas como quem diz: “O Camp Nou é lugar de barulho”.
Gol de Pedro !!
Mais ligado, Cristiano passou a arriscar chutes de fora da área e tabelas perto da área. Özil e Benzema, por sua vez, não colaboravam e erravam tudo. O Barça era mais consistente, mais agressivo, e a virada não aconteceu aos 16 graças a milagre de Casillas em chute de Daniel Alves. O Camp Nou silencioso dos sonhos de CR7 estava em chamas, e o segundo gol parecia ser questão de tempo. Foi.
Messi e Xavi-Iniesta ampliam
Minutos após lance imprudente com Sanchéz dentro da área, Sérgio Ramos se jogou de carrinho para cima de Iniesta aos 23. Pênalti que o árbitro titubeou, mas assinalou. Bola com Messi, que correu sob flashes e mais flashes das arquibancadas e marcou seu 14º gol no superclássico. Agora, o argentino está ao lado do também culé Cesar e dos merengues Gento e Puskas como terceiro maior artilheiro do confronto. Raul (15) e Di Stéfano (18) lideram o ranking.
O Real sentiu a pancada e jogava desorganizado. Por vezes, se fechava demais para evitar um prejuízo maior, por outras se mandava de vez em busca do empate. E foi justamente numa dessa escapulidas que a dupla Xavi-Iniesta entrou em ação. Com maestria, o camisa 8 conduziu pelo meio, esperou avanço de Sérgio Ramos e serviu o companheiro. Frente a frente com Casillas, Xavi mostrou frieza e colocou o 3 a 1 no placar.
Valdés dá vida ao Real
A essa altura, Mourinho já tinha trocado Callejón e Benzema, que tiveram péssimas atuações, por Higuaín e Di Maria. A dupla de argentinos não teve atuação espetacular, mas ao menos foi capaz de puxar o time branco para o ataque, tornar o jogo mais equilibrado. O Barça, por sua vez, seguia mais incisivo, e Casillas fez milagre em jogada de aos 38. Os culés tinham a partida controlada, até que vacilo de Valdés, aos 39, colocou o Real de volta no jogo. O goleiro dominou mal bola recuada por Mascherano e viu Di Maria o desarmar para diminuir:   3 x 2.
O gol não foi capaz de levar o Real a reação no barulhento Camp Nou, mas deu vida ao confronto. Semana que vem a festa é no Bernabeu. Resta saber quem gritará alto ou pedirá calma no fim.

do globoesporte.com